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SOBRE
CICLO DA VIDA

É uma escola que desperta a caminhada pelos mistérios da vida.  Entendemos que nossa energia vital é parte de uma energia maior: a energia do planeta Terra - o Anima Mundi.

MISSÃO &
HISTÓRIA
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Há uma década, em 12/12/12, o Ciclo da Vida surgiu com uma simples ideia: promover o bem-estar emocional e o crescimento pessoal através de vivências aplicadas e resiliência. Essa metodologia, focada em buscar um caminho mais leve e consciente, tem sido a essência de nossa missão desde então.

Ao longo desses anos, testemunhamos uma jornada extraordinária de transformação. Agora, com uma década de experiência, o Ciclo da Vida se estabeleceu como um Instituto, ampliando sua influência para diversas áreas de preservação. Um dos nossos marcos é a proteção permanente de 44 hectares da valiosa Floresta Uaimii, por meio dos projetos "Uaimii Eu Cuido" e "A Fantástica Fábrica de Ar".

Além disso, estamos profundamente comprometidos com o desenvolvimento da Unimudas, uma universidade livre e consciente. Também atuamos no Projeto Estação Flor de Lótus, que visa restabelecer rotas de um turismo consciente e com visão ambiental.

Nosso propósito é claro: facilitar a jornada das pessoas para desvendar sua essência, aprender com os erros e encontrar novos caminhos - o que chamamos de "caminho das pedras". Acreditamos firmemente que ao transformar indivíduos, estamos transformando o mundo. Cada pessoa alcançada, cada coração tocado, contribui para um futuro mais consciente e harmonioso para todos. Esta é a história em constante evolução do Ciclo da Vida - uma jornada de crescimento, aprendizado e impacto positivo que continua a se desdobrar diante de nós, com a esperança de um mundo melhor como nosso guia.

MANIFESTO.

Carta para a vida

 

Imagine quantas formigas vivem em sua casa. Elas estão por todas as partes. Será que somos donos do mundo?

Precisamos abraçar a Terra como nossa casa, como abraçamos nossa mãe. A Terra é um milagre e a vida permanece um mistério. Partimos do  entendimento da vida dentro do que somos hoje, entender o real tamanho que queremos ser, ao invés do que queremos ter. Temos que melhor nos conscientizar sobre a população mundial, entender o espaço que estamos ocupando, e passar a respeitar o espaço das formigas e de todos os outros seres vivos. Lembrar que tudo está interligado.

Existe uma teoria sobre os Rapanui, habitantes da Ilha de Páscoa, que pode servir para refletirmos: Eles consumiram seus recursos e devastaram suas terras. Por estarem isolados de tudo, sua sociedade implodiu em conflitos sociais, revoltas e fome. Eles não sobreviveram. Eles não reagiram a tempo. 

 

Temos que reagir a tempo para não seguirmos o caminho dos Rapanuis, temos que assumir a responsabilidade pelo que estamos fazendo. Para de explorar a Terra e olhar para o Céu. Acolher o Sol, trabalhar a moderação, a inteligência e o compartilhar.

 

Devemos superar a era petroquímica, esses bolsões de luz solar de milhões de anos atrás, armazenados nas profundezas de nosso planeta. Abandonar a monocultura, e desmilitarizar.

 

Devemos desconstruir os conceitos de cidades e olhar para vilas urbanas sustentáveis, ou distritos eco amigáveis, como em Friburgo, na Alemanha. Nossas casas devem produzir sua própria energia. 

 

Não precisamos abandonar a tecnologia, mas usá-la de forma correta. Atentos ao consumo consciente, ao comércio justo. Em uma hora, o sol dá à Terra toda energia que é consumida pela humanidade em um ano. Precisamos olhar para o Céu.

 

Devemos repensar as formas de nos locomovermos, nos atentarmos ao que sobra de nosso consumo, precisamos reciclar, reutilizar e regenerar. 

 

Entender e proteger as Águas. O rio Jordão não existe mais. A Índia será a primeira a morrer de sede. Las Vegas e Palm Springs são oásis que desviam tanta água que o Rio Colorado não tem mais força para alcançar o Golfo do México. Gastamos 100 litros de água para produzir 1kg de batata, 4000 litros de água para produzir 1kg arroz, e 13000 água para 1kg de carne. Devemos respeitar os rios para que o Ciclo da Água continue a acontecer. 5000 pessoas morrem por dia por causa de água poluída. Já a água potável não alcança 1 bilhão de habitantes.

 

Devemos rapidamente mudar nossa forma de nos alimentarmos. Ao mesmo tempo que os grãos devem ser vistos como nossa maior riqueza, devemos abandonar a monocultura, responsável por causar danos irreparáveis a 40% das terras aráveis. A permacultura deve ocupar rapidamente seu lugar. 50% dos grãos são usados para alimentar animais ou produzir biocombustíveis. Devemos banir os  pesticidas tóxicos que envenenam não só a terra e os cursos d’água, como nós mesmos, e utilizar culturas permanentes e  biofertilizantes. A agricultura consegue alimentar toda a civilização, se a produção de carne não tirar a comida da boca das pessoas. A fome já está se espalhando novamente e afeta quase 1 bilhão de pessoas neste antropoceno. Os peixes estão deixando de existir, pois não lhes damos o tempo necessário para que possam se reproduzir. O gado está armazenado em campos de concentração.

 

Temos que lembrar que somos mais sensíveis do que as formigas?  E quando o petróleo acabar? Ou pior, a água? A vida na Terra pede socorro. Não me refiro às formigas, e sim a nós, os seres "Humanos". Temos que parar de minerar e passar a reutilizar o que já temos. Mas e nossos empregos? Minerando, plantando soja, dendezeiros ou eucaliptos, estamos trocando nossas próprias vidas por empregos. Estamos destruindo o essencial para produzir mais e mais do supérfluo.

 

O Haiti já não pode mais alimentar sua população, pois trocou o essencial por "empregos" oriundos da produção carvão. Um cemitério de árvores que fazem a Terra chorar em erosão, contaminando a água e impedindo o plantio, pois o húmus não existe mais.

 

Precisamos nos tornar árvores e, como elas, acolher os ¾ da biodiversidade do planeta que, bem como as formigas, nelas se abrigam. As árvores são as verdadeiras guardiãs: armazenam carbono e são a base do equilíbrio primário. Elas nos fornecem medicina que curam nosso corpo, mas, mesmo assim, estamos transformando floresta em carne, quando cultivamos grãos. Amazônia e Bornéu estão desaparecendo. Todos os anos, 13 milhões de hectares são desmatados.

 

Seremos refugiados do Clima? 1 em cada 4 mamíferos, 1 em cada 8 pássaros, 1 em cada 3 anfíbios estão ameaçados de extinção. Nós seremos os próximos? Quando Dubai entender que a maior riqueza que ela tem está no sol,  não em bolsões solares, ela será ainda mais rica. 20% da população mundial consomem 80% dos recursos.

Ao me sentar ao pôr do sol e sentir o calor que preenchia meu coração, percebi que escrever para vida seria muito mais difícil do que eu imaginava. Percebi que precisaria ir além do formigueiro para entender a real mudança que seria necessária. Assim, me propus a vasculhar meu interior, com o intento de descobrir o que eu poderia mudar em mim, para ser parte da mudança desse novo mundo. Natural. Penso ser esse o único caminho a seguir, o da sobrevivência madura.

 

A Maturidade de preservar a vida e aprender com as árvores a escutar o mundo à minha volta, é um momento de serenidade de alma. Devemos entender que precisamos transformar a forma com que nos relacionamos com a Terra. Escutar que devemos descobrir nossos limites, deixar espaço para o outro e entender nosso tamanho.


A Terra precisa respirar. Não precisamos ser tão rápidos, tampouco entender tudo. Não precisamos ser donos de nada, muito menos do próprio mundo. Não precisamos comer tudo, apenas viver de forma natural.

Imagine quantas formigas vivem em sua casa. Elas estão por todas as partes.

Dan Bittermann - Guardião Natural

PARCEIROS.

Ao longo de uma década, o Ciclo da Vida - Aprendendo a Viver tem contado com o apoio de empresas comprometidas com o bem-estar e o desenvolvimento pessoal. Esses parceiros não apenas oferecem suporte, mas também compartilham recursos e expertise, ampliando nosso impacto e alcance. Sua colaboração é fundamental para expandir nossas iniciativas e promover uma sociedade mais saudável e emocionalmente consciente. Agradecemos sinceramente a essas empresas por sua parceria e compromisso contínuo em nossa jornada de uma década rumo ao bem-estar comunitário.

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